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O Califado Malê do Brasil (no original, Muslim Califfade of Brazil) é uma micronação modelista lusófona, existente de maio de 2001 até hoje. Atualmente, está ativa só que funcionando exclusivamente no Orkut(é mentira). Foi fundada por Arthur Rodrigues, localizada na América do Sul e tem como sistema de governo uma monarquia islâmica.

No lapso de cerca de cinco anos o Califado Malê do Brasil teve cinco califas. Destes 04 chegaram ao poder por via de eleição ( Jean, Rosberg, Antonio e Rafael ) e dos quais apenas um não cumpriu até ao final o seu mandato. ( Rosberg ) Sendo que Arthur foi o único que ocupou o cargo duas vezes a saber no momento da fundação do país e depois como sucessor hereditário de Rafael Peres Domingues que ao chegar ao poder promoveu um movimento revolucionário ( chamada II Revolução Malê) que transformou o cargo de califa em vitalicio e hereditário.


CRONOLOGIA - CALIFADO MALÊ DO BRASIL




Califa Arthur Abdulá de Jandira(19/05/2001 até 12/06/02): Marca a fundação da micronação com a promulgação da primeira Carta Magna onde são criadas a principais instituições públicas responsáveis pela organização do MicroEstado Brasiliano ( a destacar o Conselho dos Sheiks e o Colégio Eleitoral que davam ao Parlamento uma feição bicameral ).

O sistema político adotado é pluripartidarista permitindo a todo e qualquer cidadão a liberdade de organização política e livre associação , o que resultou na fundação de três partidos políticos : o PSD (Partido Social Democrata), o PS (Partido Socialista) e o PDM (Partido Democrata Malê).

Nesta época prevaleceu no campo da Política Externa a tese de formar um bloco de países não-alinhados na intenção de superar a antiga tendência de polarização das relações intermicronacionais que concentrava demasiada importância na questão de colocar em campos antagônicos as republicas e monarquias bem como também estimulava entre estas micronações rivalidades incontornáveis .

Este período terminou em meio a grande agitação política entre os partidos políticos que lutavam pelo fim do Conselho dos Sheiks e diminuição dos poderes do Califa, o que mais tarde estimulou a formação de um movimento reformista tendente a dar uma nova feição ao MicroEstado Brasiliano que culminou na deposição do Califa Arthur Abdulá de Jandira do poder.



Califa Jean Liberato Stone (13/06/02 até 14/01/03)Coincide com a promulgação da segunda Carta Magna do Califado Malê do Brasil onde é promovido uma série de mudanças que ocidentalizam o sistema califal a citar em destaque a transformação em cargo eletivo a função de Califa e concedendo ao seu ocupante um mandato para este cumprir atribuições que mais o faziam parecer um Presidente em uma República Parlamentarista.(sendo o equivalente a primeiro-ministro a função de Grão-Vizir)

É a época em que surgem as Nações Protegidas, outrora meros territórios brasilianos alçados a categoria de entes federativos, nascendo processo Icária, Minas Gerais e Bahia, porém, proclamando Sayed sua independência.

Vigora o Estado de Sítio até serem feitas eleições para compor o Parlamento ( agora alijado da figura dos Sheiks e de feição unicameral ) e eleger o sucessor do Califa Jean Liberato Stone. No processo o PSD (Partido Social Democrata) encontra-se fraco nas urnas, saindo vitorioso o PS (Partido Socialista) e o PDM (Partido Democrata Malê).




Califa Rosberg Stone (15/01 até 02/03/03)Período que nasce com o fim de um longo tempo de Estado de Sítio se demonstra marcado por grande turbulência política que faz ( outrora Grão-Vizir do período jeaniano ) o Califa Rosberg Stone renunciar antes de cumprir seu mandato bem como sair em exílio do Califado Malê do Brasil para residir em Andorra Imperial.

São convocadas eleições antecipadas para eleger um novo Califa a partir da constituição de um Conselho Dirigente sob autoridade do Emir e figurando a necessidade do retorno ao Estado de Sítio .




Califa Antonio Amoedo (08/04 até 08/12/2003)Outra época marcada por reformas estruturais no Califado Malê do Brasil que se consolidam na promulgação de novo texto constitucional por meio de plebiscito e a situação política normalizada com o fim da decretação do Estado de Sítio e abertura do Parlamento onde concorrem ao pleito candidatos do PS ( partido socialista ) e PDM (Partido Democrata Malê)

Em linhas gerais as tendências em favor da ocidentalização do sistema califal são minoradas apesar de não eliminadas, não notando maiores conflitos de natureza externa ou interna




Califa Rafael Peres Domingues (09/12/2003 até 10/04/04)Período histórico do advento da II Revolução Malê no Califado Malê do Brasil que conduz a micronação a um forte processo tendente a islamização das suas instituições e resgate dos ideais malês que resultam na vitaliciedade do cargo de Califa, atribuições de amplos poderes no exercício do Poder Califal, definição do unipartidarismo e consolidação do PAI / Partido da Ação Islâmica no papel de vanguarda do processo revolucionário bem como no estabelecimento do Alcorão na condição do ponto alto de todo ordenamento jurídico brasiliano.

O período rafaeliano termina com o Califa transferindo todos seus poderes ao Grão-Vizir Arthur Abdulá de Jandira e o nomeando de fato como seu sucessor , estabelecendo seu retorno poder desde a época da fundação da micronação.




Califa Arthur Abdulá de Jandira (13/04/04 até 19/11/05)É levantada a questão se deve ou não o Califado adotar uma estrutura laica bem como o Califa Arthur traz o projeto que promoveria uma mudança radical no sentido de reduzir o Califado Malê do Brasil a condição de Estado Confederado em uma União Confederativa de Micronações Brasilianas onde fariam partem Malê, Icária e Minas Gerais.

Não obstante, a população continua tenazmente no apoio a manutenção do MicroEstado Islâmico e fortalecimento da estrutura federativa de Nações-Protegidas . Os ideais da Revolução Islâmica do período rafaeliano são levados adiante com a busca do fortalecimento das instituições inspiradas no Alcorão e na II Revolução Malê.

No campo da Política Externa são fechados acordos de alianças bem amplos com Nobre Monarquia do Alto Reino, Reino Unido de Portugal e Algarves e República Participativa de Campos Bastos bem como também um tratado de livre-circulação com o Principado de Sofia, assumindo o Governo Brasiliana uma postura agressiva em proteção aos interesses de países aliados.

Figura como marcante nesta fase da História Brasiliana a atuação da Superior Corte de Justiça que surge com uma força institucional nunca vista em outros tempos ao ponto de alguns falarem de ter sido constituída uma república de toga no Califado Malê do Brasil.

O Califa termina por entrega atribuições mais políticas em mãos do Mufti para atuar no campo externo e do Emir no plano interno que de maneira conjunta assim dividem oficiosamente entre si a Chefia de Governo do Califado até que é finalmente nomeado ocupante ao cargo de Grão-Vizir para desempenhar exclusivamente de tais funções e deixar ao Emir tarefas mais ligadas a manutenção da infra-estrutura do MicroEstado Brasiliano.

O Parlamento continua em recesso e o PAI / Partido da Ação Islâmica está inativo na sua função de atuar como guia das atividades políticas na Pátria Brasiliana, gerando más impressões e desconforto por parte da população brasiliana.

É criado o Conselho Islâmico Brasiliano / CIB como órgão responsável por sedimentar o processo de islamização das instituições e costumes brasilianos, figurando posteriormente como o estopim de um grande crise institucional quando é defendido amplos poderes e mais influencia da entidade sobre o Governo.

A crise se agrava quando é indagado por parte da população se é causa de abertura a sucessão ao cargo de Califa o fato dele estar há tanto tempo inativo em suas funções, o que enseja uma tentativa de Golpe de Estado logo abortado por ação do Emir que fica como autoridade com poderes absolutos na ausência do Califa, inatividade do Grão-Vizir e impossibilidade de atuação do Mufti no campo interno.

O período do Estado de Sítio decretado pelo Emir Gabriel Iung Stone se revela diferente em relação a outros convocados na História Brasiliana pelo fato que sob o condão da II Revolução Malê amplos poderes são concedidos ao Governo Brasiliano, principalmente no tocante de conceder meios e modos bem amplos de dar combate a inatividade e não só apenas cuidar de questões envolvendo risco institucional .

Deste modo, com a faca e o queijo nas mãos, o Emir leva adiante vários projetos e por fim culmina com a destituindo o Califa Arthur dando fim ao Califado Malê do Brasil que cessa de existir para no lugar ser criado o Emirado Unido do Brasil .

Como resultado o Generalissimo Emir Gabriel Iung Stone é elevado a condição de Chefe de Estado da Federação Brasiliana e a Chefia de Governo exercida de maneira colegiada pela Majlis com representantes indicados por cada um dos MicroEstados Federados(Icária, RIMG e Malê), sendo abolido a orientação islâmica das instituições


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