Filipe Augusto Sales
De Micronations
Em junho do mesmo ano, por conta de diversas divergências políticas sobre a forma de se conduzir a micronação durante a crise que passava, resultado do famoso caso Pretória, entrou em conflito aberto com o presidente Rezende, o que acabou por culminar um período de 4 meses e meio em exílio no Califado Malê do Brasil, onde ajudou a criar a província de Minas Gerais. Retornou à Marajó em outubro do mesmo ano (já utilizando seu nome real) quando Rodolfo Winotz foi eleito Presidente da República.
Foi Senador da República (parlamentar) por dois mandatos. Fundou o Partido Democrata (PD), do qual foi presidente por dois mandatos. Fundou a ong OPE - Organizações de Pesquisa ao Estado, destinada a realizar análises críticas sobre a atuação do Estado na micronação. Em agosto de 2002, quando o presidente Wagner Baccioti Campodonio renunciou ao cargo, assumiu por ser o vice na coligação SoMa/PD, e foi Presidente da República de agosto à dezembro daquele ano. Ao final de dezembro de 2002, resolveu ir para a Comunidade Livre de Pasárgada.
Em Pasárgada, foi Orador (parlamentar) por vários mandatos, e trabalhou em diversas esferas do Governo. Durante toda a passagem por Pasárgada chegou a ser o Chanceler da Comunidade Lusófona por 3 meses, durante o período de presidência de Pasárgada no Conselho Gestor daquele organismo. Em meados do primeiro semestre de 2004, por conta de um conflito entre a CMP e a CorPas, muitos dos cidadãos se desanimaram, incluindo Filipe Augusto Sales, que se retirou de Pasárgada.
Em Reunião, a partir de dezembro de 2004, cultivou o lado mais intelectual ligado ao micronacionalismo. Criou a Fundação Teobaldo Sales e a Sociedade Federalista, editou os jornais O Observador e o Reunion Times. Participou de diversos empreendimentos culturais e declarou as fundações de um movimento anterior a si, mas que passou a denominar de Micronacionalismo Cívico.
Teve experiência como Premier do Império, empossado por Sua Majestade, o Imperador, durante a crise de agosto de 2006, quando instituiu a chamada Ditadura Constitucional, decretando os Atos Institucionais nº 1 e 2 , e formando um governo militar aristocrático ao seu redor. Neste regime, promoveu as reformas políticas, geográfica e eleitorais, que pouco duraram, deixando presente apenas poucas de suas referências.
Deste seu governo, surgiu a expressão Salismo para designar o conjunto de idéias que considerou essenciais para uma nova postura do micronacionalismo.
Foi também Chanceler Imperial, e coordenou a política externa reuniã durante os cinco meses em que o Império foi alvo de um embargo diplomático promovido pela então Organização das Micronações Unidas - OMU. Durante suas colaborações no Governo, exerceu a chefia de vários ministérios de Estado, e foi Qualícato por 4 mandatos, sendo em dois deles presidente da Assembléia Popular de Qualícatos.
Tabela de conteúdo |
[editar] CURRÍCULO MICRONACIONAL
[editar] CARGOS OCUPADOS
[editar] República de Marajó (jan/2001 - dez/2002)
Ministro da Imigração e Turismo: fev/01 - mar/01
Embaixador: mar/01 - dez/03
Ministro das Relações Exteriores: abr/01 - jun/01 e jan/02 - ago/01
Senador da República: abr/01 - jun/01 e out/01 - set/02
Presidente do Senado Federal: out/01 - fev/02
Reitor da Universidade de Marajó: ago/02 - dez/02
[editar] Comunidade Livre de Pasárgada (dez/02 - dez/04)
Ministro da Integração: jan/03 - mai/03
Orador: fev/03 - mai/03 e fev/04 - ago/04
Vice-Chanceler Lusófono: jun/03 - set/03
Ministro da Defesa: out/03 - dez/03
Chanceler da Comunidade Lusófona: out/03 - jan/04
Ministro da Justiça: mar/04 - ago/04
Ministro da Educação e Cultura: jul/04 - out/04
Primeiro-Ministro: nov/04
[editar] Sacro Império de Reunião (dez/2004 - __)
Qualícato: dez/04 - mar/06
Embaixador: fev/05 - jul/06
Diretor-Presidente da Assembléia Popular de Qualícatos: fev/05 - jun/05 e ago/05 - dez/05
Premier do Império interino: mar/05
Procurador do Império: abr/05
Juiz Imperial: mai/05 - set/05
Secretário-Geral das Relações Exteriores: mar/05 - set/05
Presidente da União Democrática Humanista - UNIDA: jul/05 - mar/06
Vice-Chanceler Imperial: set/05
Chanceler Imperial: set/05 - abr/06
Premier do Império: jun/06 - set/06
Procurador do Império: out/06 - __
Qualícato: nov/06 - __
[editar] CONDECORAÇÕES
Doutor Honoris Causa pela Universidade de Marajó (Marajó/2004)
Troféu Diplomata do Ano Tribuna Popular (Pasárgada/2004)
Oficial da Ordem Militar de Von Battelion (Reunião/2005)
Grão-Colar da Ordem da Flor-de-Lis Mauritana (Reunião/2006)
[editar] PUBLICAÇÕES
MURTA-RIBEIRO, Filipe Augusto Sales. Manual de Direito Internacional Micronacional. Mariana/Reunião: Fundação Teobaldo Sales, 2005.
MURTA-RIBEIRO, Filipe Augusto Sales. A Necessidade da Reforma Educacional. Jornal O Observador. Ano III, nº 20. 15/04/2006.
MURTA-RIBEIRO, Filipe Augusto Sales. Ausência e Inatividade: Conceitos Distintos. Jornal Reunion Times. Ano 1, nº 1. 19/10/2006.
MURTA-RIBEIRO, Filipe Augusto Sales. A História: Registro de Monopólio e Opinião. Jornal Reunion Times. Ano I, nº 2. 05/11/2006.
