Paraíso
De Micronations
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| Lema | Libertas quae sera tamen |
| Língua Oficial | Português (espanhol, galego e inglês se usam, também) |
| Capital | Cidade do Paraíso |
| Maior cidade | Cidade do Paraíso |
| Rei | Lucas IV |
| Presidente do Governo | Lvx Coral, 1º Visconde das Ilhas do Sul |
| Independência | 1710 (histórica); 2006 (de facto) |
| Gentílico | Paradisense |
O Reino do Paraíso nasceu em 1710, da iniciativa de cidadãos espanhóis que compraram a Ilha de Vágar, nas Faroe, durante a 1ª Guerra da Sucessão Espanhola, que viram-se sem pátria depois da assunção ao trono da família Borbón.
Sua temperatura máxima, no verão, é em torno de 25º c; durante o inverno, pode-se fazer até -20º c, sendo o país castigado com duras nevascas.
Seu terreno é extremamente montanhoso ao norte, o que faz do norte despovoado. A população, na sua maior parte, concentra-se ao sul, em volta do Lago Nova Galícia.
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[editar] História do Paraíso
Ver também: História do Paraíso
Em 1690, antevendo um conflito pela sucessão ao trono espanhol, três partidários dos Habsburgos, o Duque de Vigo, o Duque de Maragall e o Barão de Santiago compraram a ilha de Vágar, situado no arquipélago das Faroe, para servir de refúgio à outros nobres refugiados também. Em 1710, depois de se ver sem pátria e com medo de invasões, dadas as pretensões suecas sob a ilha de Vagar, declararam-se como Estado, tornando-se um reino e fazendo ao Duque de Vigo o rei Francisco I do Paraíso.
O Reino do Paraíso recebeu muitos nobres e sábiosrefugiados, seja durante as Guerras de Sucessão, seja durante as Invasões Napoleônicas. Muitos dele vieram a se tornar primeiros-ministros, como o Marquês de Mediovagur, Lorde MacEdward e Paco de Saint Julien.
Depois das Guerras Cisplatinas e da Revolução Farroupilha, o Paraíso recebeu uma forte imigração gaúcha, tendo sido incorporada à cultura paradisense muitos aspectos da cultura gaúcha (ver também cultura do Paraíso).
Em 1914, o Paraíso foi invadido pela Alemanha, sendo que muitos paradisenses importantes morreram, tal como o rei Júlio I do Paraíso, o rei Pedro I do Paraíso e Frederico de La Blanche, 1º Barão de La Blanche. Em 1918, perto do final da guerra, guerrilhas controladas pelo Marechal de La Blanche, filho do assassinado Barão de La Blanche, expulsaram os alemães da ilha, assassinando no final ao coronel Joseph von Volksschloss, comandante das guarnições alemães na ilha; este, foi assassinado por aquele que viria à ser o rei Manuel II do Paraíso, que na altura da morte, disse ao coronel von Volksschloss a famosa frase que, desde então, tornou-se o lema do reino: Potestas teus, Johannes, dissolvit ut glaciem (seu poder, João/Johann - nome de batismo do coronel von Volksschloss, dissolve-se como o gelo).
Desde o final da 1ª Guerra, o Paraíso viveu uma era de prosperidade e paz; porém, as constantes mortes dos monarcas geraram verdadeiras instabilidades políticas, até a ascenção do Príncipe-Regente Eduardo do Paraíso à chefia-de-estado, porquanto o filho do último rei Humberto III, o Príncipe Lucas não recebia a maioridade. Nesta época, muitos paradisenses imigraram para as adjacentes Ilhas Faroe, e lá vivem até hoje. Em 1996, o Príncipe Eduardo entregou o Reino do Paraíso ao governo da Dinamarca, assinando um termo em que deixava a faculdade de declarar novamente independência ao futuro rei, o Príncipe Lucas.
Em agosto de 2006, o Príncipe Lucas, assumindo o título de Marquês de Baqueiro, este outrora lhe conferido pelo Rei Hades de Campos-Elísios, declarou independência do Paraíso e organiza as imigrações novamente ao país. Segundo declarações suas (carecem de fonte), regerá a coroa paradisense até que hajam, novamente, cidadãos aptos à participarem da vida social. Quando houverem estes, tornar-se-á rei.
No dia 24 de outubro de 2006, o governo concedeu ao Príncipe Lucas os títulos de Príncipe e de Príncipe de Boeur, este último de titulatura do herdeiro do trono.
É notável o fato de que, historicamente, o Paraíso tinha mais de 200 mil habitantes, distribuídos da seguinte maneira:
- 30 mil na cidade do Paraíso;
- 20 mil nas vilas de Maragall e Boeur;
- 15 mil na vila de Britânia;
- 50 mil na vila da Ilha Franciscana;
- 30 mil na colônia do Polártico (antigas Ilhas Norfolk);
- 35 mil na colônia da Ilha Manuelina.
[editar] Política do Paraíso
Ver também: Política do Paraíso
O Paraíso é uma monarquia absolutista semi-constitucional e semi-parlamentarista, onde o rei (ou em seu lugar, o regente) escolhe o Primeiro-Ministro, de acordo com os méritos deste ante à nação. Vigora um sistema parlamentar unicameral, no qual, somente os nobres, hereditários ou vitalícios, integram o parlamento, a Casa dos Meritíssimos.
[editar] Geografia do Paraíso
Ver também: Geografia do Paraíso
A ilha onde fica o reino é cercada de grandes montes ao norte, sendo que ao sul, de uma ponta à outra, existe um planalto; neste planalto, localiza-se a única concentração lacustre de água doce: o lago Nova Galícia. Ainda, fazem parte do território os rochedos de Gasolmur e Tindolmur e a Ilha Franciscana (assim nomeada em homenagem ao rei Francisco I; antes, ilha de Mikines).
[editar] Cultura do Paraíso
O Paraíso tem uma cultura muito diversa, iniciada pelos costumes galegos e catalães, trazidos pelos primeiros imigrantes, e composta também por outros, como costumes italianos, neerlandeses, alemães, e, principalmente - pela maioria da antiga população ser composta por descendentes dos seguintes imigrantes - gaúchos e ingleses.
Dentre as suas comidas típicas, podemos citar:
- Cozido de bacalhau;
- Cozido com carne de ovelha;
- Cozido de queijo com ervas finas e lascas de carne de vaca;
- Cozido de lasca de carne de vaca com doce de abóbora;
- Chimarrão ao chocolate;
de primeira fervida;
- Churrasco de ovelha;
- Churrasco de bacalhau;
- Churrasco de carne de vaca (consumido pela parcela mais rica da população);
- Caramelo nevado (caramelo gelado em neve com açúcar);
- Chocolat-aixi-Granissat (chocolate com gelo picado);
- Granissat de maçã com chimarrão
- Granissat Rosália (com pêras, figos e maçãs);
- Granissat Magdalene (com amoras, framboesas e uvas);
- Granissat com vinho;
- Pão preto com lingüiça temperada e cozida de ovelha;
- Pessegada ao chocolate;
- Porco rechado por mate e maionnaise;
- Queijo Tetilla de ovelha.
É comum, também, no Paraíso, dançar-se valsa, polka e a compassada pampetxa, espécie de dança surgida nas comunidades catalãs em que viviam gaúchos, aos quais, ensinaram modinhas gaúchas aos seus habitantes, que modificaram as modinhas e adequaram de acordo ao estilo de vida catalão.
[editar] Economia do Paraíso
A economia paradisense baseia-se principalmente na construção de barcos e na exportação de carne de ovelha e lã. Do Paraíso, também, exporta-se um mate de excelente qualidade, variação do mate gaúcho.
