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Prússia

De Micronations

Bandeira Nacional
Bandeira Nacional
PRÚSSIA
Língua OficialPortuguês (também usa-se o alemão como idioma protocolar)
Capital Berlim
Maior cidade Berlim
Chefe de Estado Trono vacante
Primeiro-Ministro -- Erich Otto Kellendorf
Fundação 2005
Gentílico Prussiano(a), germano-prussiano(a)
Site [1]

O Reino da Prússia é uma micronação lusófona, existente de 2005 até hoje. Atualmente, está ativa. Foi fundada com a instituição do IV Reich, o Império Alemão. Localiza-se na região centro-norte da Europa, e tem como sistema de governo uma monarquia parlamentarista.

Como seu Poder Legislativo, a Assembléia Nacional, é formado por todos os cidadãos, é verdadeiramente parlamentar. O Primeiro-Ministro (Chefe de Governo) e o Primeiro-Secretário (Chefe do Parlamento) são eleitos semestralmente, com posse em 1º de janeiro e 1º de julho.

O último monarca a reinar foi Guilherme III Alberto, que foi coroado em 20 de março de 2007 e abdicou em 13 de setembro do mesmo ano.

[editar] Idiomas Oficiais

  • Português - Principal
  • Alemão - Cerimonial

[editar] História

O margrave Georg Friedrich von Brandenburg foi encarregado da administração do ducado da Prússia pelos poloneses (1577), então suseranos daquele antigo território da Ordem Teutônica. Margrave era um título que se dava naquela época aos príncipes soberanos de certos estados fronteiriços da Germânia. Seus sucessores continuaram a preencher idêntica função, mas enfrentando sempre a resistência da nobreza prussiana. O ducado da Prússia era uma dependência do reino da Polônia até o século XVII (1660), e o reino da Prússia permaneceu como parte da Polônia até o reinado de Frederico II o Grande (1772).

Historicamente o território da Prússia foi adquirido à Polônia, pelos tratados de Wehlau (1657) e Oliva (1660) por Frederico Guilherme de Hohenzollern, o Grande Eleitor de Brandenburgo (1640-1688), que conseguiu a libertação do ducado da suserania da Polônia e o reconhecimento de sua soberania, que logo se efetivou (1662), com a submissão da nobreza. Aos territórios iniciais logo se acrescentariam outros como os condados de Clève e Mark, na Renânia, e o condado do Ravensburg, no Weser. Como Eleitor fortaleceu a administração e organizou um exército apoiado pelos huguenotes, designação depreciativa que os católicos franceses deram aos protestantes, especialmente aos calvinistas, que perseguidos por Luís XIV na França, constituíram uma verdadeira elite de oficiais, funcionários e intelectuais, acolhidos na Prússia, especialmente em Berlim, e começou a se firmar como futura nação independente com a vitória de Frederico em Fehrbellin (1675) contra os nórdicos, aliados dos franceses. Frederico III de Brandemburgo teve permissão (1701) de Leopoldo I, Imperador do Sacro Império Romano, para usar o título de Frederico I, rei da Prússia.

Assim o território foi elevado a reino (1701), tendo como rei Frederico I ou Frederico III de Brandemburgo, Eleitor de Brandenburgo (1688-1701), embora a imposição definitiva tenha vindo após a posse de Frederico Guilherme I (1713). Foi esse, um administrador dedicado e severo que dotou o país de um excelente exército, o terceiro da Europa, depois da Rússia e da França, e levantou a economia do reino principalmente com a indústria de lã com que vestia o exército. Frederico Guilherme I reinou por 37 anos (1713-1740), casou com Sofia Dorotéa, filha de George Luís, eleitor de Hanôver, o último dos três patronos a que o extraordinário matemático Leibniz serviu em Hanôver, que veio a ser George I da Inglaterra. Frederico II, o Grande (1740-1786), sucessor de Frederico Guilherme, usou o poderoso exército da Prússia para tomar a grande e próspera província da Silésia à Áustria dos Habsburgo (1740), e sob seu reinado o grande filósofo Kant viveu a maior parte de sua vida, toda ela vivida em Königsberg.

A Prússia era rodeada de pequenos reinos reinos, centenas de pequenos principados e ducados germânicos, até que Guilherme I (1797-1888) assumiu a coroa (1861) e partiu para unificá-los em um grande Império. Abafada a oposição, lançou um programa de unificação dos estados alemães sob sua liderança, auxiliado por Bismarck, futuro chanceler. Apenas o rei Ludwig da Baviera hesitava ainda em declarar sua adesão.

Demorou praticamente uma década até que a fragmentada Germânia, com seus muitos pequenos principados e reinos, se aglutinasse em um Estado soberano e único, sob a liderança da Prússia. Neste período de ocorreram três guerras para que esse objetivo fosse alcançado: a promeira contra a Dinamarca (1864), a segunda contra a Áustria (1866) e a útima contra a França (1870-1871). Com a rendição de Napoleão III, em Sedan, e com o desenvolvimento bem planejado de um entusiasmado espírito nacionalista, a adesão dos principados que ainda resistiam à unificação nacional foi conquistada, e na Sala dos Espelhos do Palácio de Versalhes, em Paris, na presença da corte germânica, muitos príncipes alemães e numerosos militares de alta patente em trajes de gala, decorados com medalhas, foi feita a proclamação do rei prussiano como imperador. Aquele ano ficou como o da fundação do Império Alemão (1871), 170 anos depois do Príncipe Eleitor de Brandemburgo ter sido coroado como o primeiro rei da Prússia. Bismarck se tornaria o primeiro-ministro prussiano e primeiro chanceler, chefe de governo do Império recém-fundado.

O Império da Prússia não sobreviveu à aventura da I Guerra Mundial (1914-1918), menos de meio século depois, e seu último imperador, Guilherme II (1859-1941), morreu no exílio (1941). A Prússia como Estado foi praticamente abolida pelos nazistas (1934) e, juridicamente, pelos aliados (1947).

Em 2005, a extinta Nobre Monarquia do Alto Reino, fundada três anos antes, tendo anexado o Grão-Ducado de Rönne - adquirindo, assim, grande parte de territórios alemães - mudou de nome para "Reino da Baviera" e deu independência a alguns de seus territórios, fazendo nascer, assim, o Reino da Prússia e o Principado de Liechtenstein, coroando Frederico IV Guilherme Rei da Prússia. Logo após as independências, os monarcas assinaram em conjunto uma Constituição Imperial que fundava a Confederação dos Estados Alemães, o Quarto Império Alemão. A Constituição, então, coroou o Rei da Baviera como Kaiser (Imperador) Alemão, com o nome de Guilherme III Luís.

Após um início conturbado, e tendo grande parte de sua história perdida em sucessões e instabilidade institucional, um ano depois de inúmeros monarcas e rebaixamento a eleitorado, a Prússia readquiriu em 29 de julho de 2006, com a coroação de S.M.R. Frederico VI Leonardo, a classificação de Reino.

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