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Lucânia, oficialmente República Federal de Lucânia, e um país imaginário situado na Oceania, e o segundo maior país do mundo em área territorial com 14 341 920 Km², e o terceiro em população com mais de 883 milhões de habitantes.

Lucânia foi descoberta primeiro pelos ingleses em 1506, depois vieram os franceses em 1525, mas com a chegada dos portugueses em 1531 tomaram a grande ilha e fizeram de colônia portuguesa até 1800, quando deixa Portugal, inicialmente conhecido como Império da Austrália-Lucânia, que posteriormente no ano de 1859 ficou conhecida apenas como Lucânia, permaneceu império até 1892 com o golpe de estado republicano (quase semelhante ao do Brasil). Com a nova constituição ficou conhecida como República de Lucânia, até 1965 que com o resultado de um plebiscito resultou na vitória do parlamentarismo, então o nome oficial ficou o nome atual.

EtimologiaEditar

Quando o navegador holandês Willen Janzoon, chegou a Península do Cabo Iorque ao anoitecer via um facho de luz do alto de uma montanha em latim Lucânia significa terra da luz mas, só ficou assim ficou conhecida pelos franceses e portugueses que posteriormente invadiram a ilha, pelos ingleses a nova colônia ficou conhecida com Austrália que significa do latim austral ou do sul, ainda que com a independência o império ficou conhecido como Austrália-Lucânia.

HistóriaEditar

Povo AborígeneEditar

Os aborígenes foram levados à beira da extinção pelos ingleses e hoje representam pouco mais de 1% da população australiana, ou seja, cerca de 200 mil habitantes. Quando os ingleses chegaram na Austrália, havia mais de 300 mil aborígenes, que habitavam o continente há mais de 25 mil anos. Nessa época, a Austrália era ligada à Nova Guiné, que era mais verde e menos desértica do que hoje, incluindo rios que levavam muita água que se transformaram ou acabaram desaparecendo.

Expansão aborígene na LucâniaEditar

Os povos aborígenes colonizaram a Lucânia no fim do Plistocênico, vindos do sudeste asiático, e rapidamente se expandiram por todo o continente dando origem a centenas de tribos. A chegada dos primeiros seres humanos à Austrália teve consequências drásticas para a biodiversidade da ilha.

Descoberta da ilhaEditar

A existência de um grande continente austral nas antipodas da Europa foi postulada pelo geógrafo clássico Ptolomeu, por razões de simetria e equilíbrio cósmico. Mais tarde, no ano 50, Pomponius Mela denominou este continente Terra Australis Incognita, avançando a hipótese de que seria a fonte do rio Nilo.

Na época das descobertas e do renascimento, a existência do continente do Sul estava rodeada de mitos e lendas que lhe atribuíam habitantes, fauna e flora exóticos e outras maravilhas naturais. A terra australis era uma obsessão para os navegadores que ambicionavam as suas supostas riquezas em ouro e especiarias, além de alimentar profundamente o imaginário popular da época. Para descobrir o que seria a Austrália, foram precisos quase 300 anos de viagens, até ao sucesso do Capitão James Cook no final do século XVIII.

Contatos asiáticosEditar

É provável que a chegada dos europeus à Austrália fosse antecedida por viagens de navegadores oriundos de vários pontos da Ásia. Acredita-se que os pescadores de Massacar, da ilha de Celebes, visitavam regularmente os mares da Terra de Arnhen (no atual Território do Norte) para capturarem o pepino-do-mar, que exportavam para a China, onde este gozava o estatuto de refinada iguaria, antes do século XVIII.

Vários documentos árabes e chineses mencionam uma terra meridional, mas os detalhes sobre esta são escassos, não permitindo estabelecer uma relação direta com a Austrália. Os mercadores e comerciantes árabes, malaios e chineses podem ter desembarcado na Austrália, mas não há provas determinantes nesse sentido.

A invasão portuguesaEditar

Depois que os franceses se instalaram em 1525, seis anos posteriormente chegaram navios portugueses e fundaram na região a colônia de Lucânia,  assim batizada. Mal sabiam os lusos que já haviam colonizadores ingleses e franceses (estes últimos que falharam em conquistar o território), porêm, os portugueses se aproveitando do maior numero de tripulantes que vieram tomaram posse da então ilha. Em pouco tempo os portugueses tomaram toda a Lucânia, os ingleses tentavam de toda a forma não perder o território, mas todos os reforços mandados pelo Império Britânico foram em vão, sendo assim, a ilha ficara aos potugueses. Anos depois navios espanhois perdidos em direção a África chegaram na ilha e deram o nome de Cântera, recebeu esse nome por conta da superfície e montanhas, mas logo foram repreendidos pelos Lusos.

Com um grande numero de lusófonos, anglófonos e francófonos além de poucos hispanicos mais os índios maori, as populações se mixam estabelecendo uma comunidade poliglota (francês, inglês e português), além da miscigenação das culturas.

Século XVIIIEditar

Como umas principais colônias portuguesas, Lucânia tinha como língua oficial o português, sendo que, com a mistura com outras línguas o português lucano é um pouco diferenciado do português europeu. O século marcou um período de mudanças drásticas, que levaram a independência de Lucânia em 1800.

Corrida do ouroEditar

Com a expansão do território para leste um grupo de garimpeiros descobre uma grande jazida de ouro em um local onde hoje é o estado de São Lucas. Prevendo a grande procura e as possíveis grandes rendas da extração de ouro, o governo da Grã-Betanha voltou a reinvindicar os direitos sobre o local. A violência estoura entre as duas populações, pois tanto anglófonos como lusófonos reclamam o direito de explorar as minas. Para tentar amenizar a situação, o Império Portugues e Britânico consentem em entregar a administração da região em litígio a um governo provisório de uma república independente, governada por exploradores, aventureiros, mineiros e até índios. Essa república ganha o nome de “Maori”, a maior tribo indígena local. Mas nem tudo para. Em 1795, apoiados pelo Império Francês, os ingleses partem com navios e armas para bombardear a região e depor Andrei da Cruz Gonçalves, aventureiro brasileiro que tomara posse de Maori, mas acabam rechaçados pelos lusos-lucanos

Processo de independênciaEditar

Entre 1795 e 1800, Lucânia esteve sob disputa entre o Reino Unido e Portugal, com o nome de contestado anglo-português. Antes, já havia existido na região a República de Maori, formada tanto por pró-portugueses quanto por pró-ingleses, que disputavam a soberania do local entre si.

Em 1º de dezembro de 1800, foi publicado o laudo, que deu ganho de causa a Portugal e determinou que a Ilha de Austrália-Lucânia. No entanto a descisão pouco agradou os britânicos que queriam de volta a colônia. Chegando a um consenso, os dois grupos proclamam, no dia 8 de dezembro de 1800, exatamente uma semana após a arbitragem, a independência, criando assim o Império da Austrália-Lucânia.

O início da monarquiaEditar

Em 8 de dezembro de 1800, Igor de Andrade foi declarado o primeiro imperador de Austrália-Lucânia coroado D. Igor I em 13 de janeiro de 1901, fundando, assim, o Império da Austrália-Lucânia.

O primeiro reinadoEditar

Durante o reinado de Igor I quase nada mudou no país era desligado ficava no palácio só para curitir a boa vida de rei, apenas alguns países reconheceram a AL como terrtório independente, com EUA e Portugal. Com a morte de Igor I em 1811. Seu irmão foi coroado D. Ausgusto I, foi aí que começou-se a pensar o lugar como território independente, formou o Exéricto Austro-Lucano, criada novas leis formando assim a constituíção de 1813. Foi com Ausgusto I que o reino se estabilizou.

Augusto I e a entrada na Revolução IndustrialEditar

Apesar de apelar em certos casos para a força, Augusto conseguiu estabilidade e até aprovação popular. Foi com ele que Império entrou na Revolução Industrial, a produção de bens deixa de ser artesanal e passa a ser mecanizada, ou seja, com a utilização de máquinas movidas pelo vapor e posteriormente pela energia do carvão e elétrica. Com a Revolução Industrial o volume de produção aumenta extraordinariamente. As populações têm acesso aos bens pois os preços ficam acessíveis. A Revolução Industrial foi possível devido a uma combinação de fatores, como o liberalismo econômico, a acumulação de capital e por uma série de invenções. O capitalismo é o sistema econômico vigente.

Uma das consequências da Revolução Industrial é o rápido crescimento econômico. Antes dela o progresso econômico era sempre lento (levavam séculos para que a renda per capita aumentasse sensivelmente),e depois a renda per capita e a população começaram a crescer de forma acelerada nunca antes vista na história da humanidade. Por exemplo, entre 1500 e 1780 a população de Austrália-Lucânia aumentou de 8.1 milhões para 24.1, já entre 1780 e 1880 ela saltou para 34 milhões, devido à drástica redução da mortalidade infantil. Durante 32 anos Augusto I teve seu reinado considerado como o início de uma nova potência mundial. Augusto morreu em 1845.

Rei Augusto IIEditar

Filho de um dos principais reis da histórias, Augusto II chegou ao poder em 1845 dois meses após a morte do pai este não fez um grande reinado só estabilizou o processo feito pelo pai, a única coisa relevante durante seu reino foi a mundança de nome de Império da Austrália-Lucânia para Império de Lucânia, como chegou ao reino já idoso não teve um reinado muito significante, morreu em 1863.

Rainha Cristina, a principal monarca lucana.Editar

Como segunda mulher de Augusto II, Cristina, mãe de Igor II assumiu a regência, pois o filho sofria de autismo e ainda era menor de idade, com o tempo passou a ser rainha de fato.

Foi sem duvida a melhor monarca que a Lucânia Imperial teve. Aproximou o país do Reino Unido, que após anos de litígio reconheceu a Lucânia como território independente, aportuguesou termos que eram falados em lingua francesa e inglesa(mas ainda mantendo a fonética de origem), tornando o portugues a única lingua oficial, mas não tirou a lingua francesa e inglesa das escolas, foi democrática e contou com o apoio da massa popular, é conhecida como a "mãe da nação" como grande protetora e educadora.

Durante seu reinado aconteceu um processo chamado Marcha para Leste, expandindo o território para leste do continente, chegando até a então Ilha de Nova Zelândia, em 1876, desde então conhece a forma atual do território lucaniense.

Rainha Cristina insistia em ver seu filho no reinado, mesmo não querendo ver a desgraça que seria o reinado, 1885, ela abidica e deixa o reinado nas mãos de Igor II. Cristina fugiu para a Angola aonde morreu em 1906.

Igor II e o fim da monarquia.Editar

A população lucana não se conformava na descisão da Rainha em abidicar a favor de seu filho doente, esse seriam os 7 últimos anos da monarquia. Mesmo tendo como rei Igor II, era Augusto III seu primo o regente que govenara Lucânia durante bom tempo, havia um clima de incenteza sobre o futuro. O Rei Augusto III subiu ao trono apenas por impossibilidade do verdadeiro herdeiro, seu filho Daniel, sobrinho do Rei Igor II, assumir. Sabia-se que Igor era perturbado mentalmente, e que ainda por cima possuía uma saúde muito fraca. Sua morte já era esperada, sem surpresas. A surpresa, aliás, foi ele ter durado sete anos no trono, Igor morreu em 28 de julho de 1892.

A Revolta Repúblicana e a Guerra Civíl de 1892Editar

Durante o reinado de Igor II, ocorreu uma aliança entre a burguesia e o exército para a imposição da República de Lucânia, nos moldes do que aconteceu no Brasil aparentemente, a pressão pela deposição do rei pertubado foi imensa, a monarquia já sem o apoio do exercito, criou a Guarda Real uma espécie de exéricito secundário mas para dar uma impressão de força para a monarquia, com a morte de Igor II, eclodiu a Guerra Civíl.

Rei Augusto III só ficou apenas dois meses no trono, a Guarda Real foi minada pelo Exéricito Lucano e a burguesia com ajuda dos militares tomaram o poder, em 25 de setembro de 1892.

O início da Era PresidencialEditar

Marcio Moreira dos Santos, foi o primeiro presidente da República de Lucânia, ele era um economista, Moreira conseguiu entrar para as rodas da alta sociedade e se lançou como candidato à presidencia caso o golpe fosse concluído com sucesso. Com um programa de governo que propunha reurbanização total de Lucânia(processo chamado de Estruturação) grandes obras, incentivos à instalação de indústrias e criação de empregos, Aguiar foi eleito disparado. De fato, foi sob a administração dele que o país se desenvolveu ainda mais atingindo rapidamente o status de Potência Mundial. Fez “Planejada”, o bairro de ruas largas e retas feito especialmente para abrigar as indústrias, numa área que era desabitada na capital. Com seu trabalho reconhecido pela população, foi reeleito e obteve novamente boa vitória, mas não sem a oposição de outro empresário já presente há mais tempo no cenário, Fernandes Borba. No segundo mandato foi escolhido vice um cientista-ecologista de tendências esquerdistas, João Peres de Saltos, que tinha projetos que não correspondiam aos interesses do prefeito e que, em pouco tempo, se tornaria oposição.

Da noite pro dia Moreira ganhou fama, ganhou a simpatia da população, e dos demais países orientais e ocidentais. Era, oportunamente, nessa época que se discutia a implantação do parlamentarismo, para evitar casos em que monarcas debilitados ou não-afeiçoados com a política prejudicassem o Estado. Com o poder executivo nas mãos de um primeiro-ministro que representasse os interesses da elite, Lucânia poderia ganhar mais estabilidade. Mas a oposição liderada por Fernandes Borba não permitia o parlamentarismo, ele começou a utilizar então uma nova forma para trazer o povo para sua causa, fazendo como uma espécie de alienação, ele fundou o Jornal O Lucano, o primeiro orgão do futuro Coglomerado Borba.

Em 1898, Demogenes da Silva e eleito o novo presidente lucaniense era aliado a Márcio Moreira e Fernandes Borba então opositores, mas conseguiu manter uma boa relação com ambos os lados, nomeou Moreira como presidente do Banco Nacional de Lucânia, ele formou um gabinete de empresários para desenvolver ainda mais Lucânia, os mais bem sucedidos foram Roberto Haluch, fundador da Haluch Motors, Leandro Remente, industrial, entre outros.

Demogenes criou o soberano, em substituíção ao xifre como moeda nacional, e o imposto único, mensal, que as pessoas deveriam depositar no BNL. Esse imposto era usado para o Governo investir em instituições públicas e pagar o funcionalismo. Durante o seu governo investiu muito tambem em agricultura, saúde e educação pois seguindo o ensinamento de Clodoaldo Barros Gertones, filósofo lucano, "Um país se faz de homens e de livros". Com o crescimento economico lucaniense e a expansão de algumas empresas nativas para o resto do mundo Lucânia começou de fato a ser considerada uma das maiores potências mundiais.

A partir daí Lucânia viveu um periodo de paz e estagnação mesmo com a Primeira Guerra Mundial(1914-1918)

Século XXEditar

Demogenes foi presidente lucano até 1910, durante os três mandatos apostou muito na econômia e nos serviços básicos, seu sucessor era do seu mesmo partido mas ficou na história como o primeiro governante negro da história(fora os países africanos), Gabriel Oliveira era agricultor e foi beneficiado pelo gabinete do presidente anterior. arcanjo não fez um governo muito grande teve apenas um mandato, mas investiu muito na agricultura e no exército.

Em 1914, Alberto Juvenal Heidereich, foi o primeiro oposicionista a assumir a presidencia, ele assumiu no mesmo ano em que eclodiu a Primeira Guerra Mundial, mesmo oferecendo armamentos ao Exercito Britanico, os lucanos ficaram de fora. Heidereich era do mesmo grupo de Fernandes Borba(já falecido) e foi seu sucessor, além de ser genro do mesmo.

Durante os oito anos de governo, esqueceu da burguesia e se propôs a ajudar o povo, criou serviços de assistência social aos mais necessitados como o Vale Escolar que permitia que crianças pobres frequentassem a escola(que antes era apenas de crianças de alta ou média classe), a oposição críticava o mandato dizendo que era muito corrupto, e que tinha ligações com a Revolução Russa(o que não tinha nada a ver, o PC Lucano só seria fundado em 1930), mas como o governo tinha o jornal O Lucano grande veículo de manipulação(este grupo que viria a se expandir posteriormente), tudo era desmentido facilmente

Anos sem luz, a ditadura de Giovanelli e a crise de 1929Editar

Com a eleição de Francisco Giovanelli, Lucânia tomou um outro rumo, não mais de um futuro próspero, Giovanelli foi acusado de tirar dinheiro da poupança do povo e foi logo imprimindo sua ideologia fascista, reprimindo integrantes do Partido Comunista Lucano, além de outros opositores,o estopim para o início da revolta foi o fechamento do congresso, o povo protestava até a derrubada do tirano em 28 de Dezembro de 1928, Lúcio Augusto Villarim foi escolhido como presidente interino, como era bastante conhecido por ser o porta-voz da revolta, era o favorito para as eleições de 1930, mas uma tragédia em um acidente de barco que afundou no litoral norte de Lucânia provocou a morte de Villarim em janeiro de 1930.

A era de NevesEditar

Naquela ocasião, o então presidente de senado federal, Lucio Tetroano Neves subiu a Presidencia da República, assumiu em uma época de muito transtorno no cenário nacional e internacional. Como era o único candidato a presidência foi eleito sem dificuldades

Tetroano Neves era do clã de empresários mas levava consigo uma ideologia muito perto da social-democracia, porém, assumiu em uma época de muita dificuldade política devido ao reboliço causado por Giovanelli e a Crise Economica Mundial de 1929, que atingiu em cheio a Lucânia. Neves investiu em obras públicas, estabeleceu um controle sobre os preços e a produção e diminuiu a jornada de trabalho de 11 para 8 horas diárias. A grande parte burguesa que levou Neves a presidencia acabou descontente com o governo.

Em 1930 começou oficialmete a organiação de partidos politicos, de um lado a USDN(União Social-Democrata Nacional), grupo de Tetroano Neves, do outro o PPL(Partido do Povo Lucano).

(História a continuar...)

Geografia 

Lucânia ocupa mais da metade do Continente da Oceania, faz fronteira somente com a Indonésia em terra. É o segundo maior país do mundo, atrás apenas da Rússia

Mapa

Localização da Lucânia no mapa-mundi em azul.

A densidade populacional do país e de 10,9 habitantes por quilomêtro quadrado, a cidade mais populosa é a capital do país Cidade da Lucânia, com 15.648.735 habitantes.

Governo e políticaEditar

A Lucânia é uma república semipresidencialista e multipartidária, divido em três poderes independentes entre si: executivo, legislativo e judiciário. O presidente da Lucânia é o chefe de estado, protector da Constituição, dos direitos e das liberdades dos cidadãos e tem de accionar qualquer medida para proteger a integridade da soberania russa. É ele que representa a Rússia nos encontros diplomáticos. Tem também a função de escolher o primeiro-ministro, desde que com o consentimento da Duma.

A Duma é a câmara baixa, com 750 deputados. Qualquer cidadão com nacionalidade lucana nativa ou adquirida e com mais de 21 anos pode ser eleito deputado dessa assembleia. Todas as leis a serem aplicadas em toda a Federação têm de ter aprovação com maioria absoluta na Duma. O Senado Federal é a câmara alta, composta por 152 membros, indicados por cada um dos 77 estados da Lucânia.

O presidente é eleito através do voto livre, popular, direto, universal e secreto para um mandato de quatro anos, podendo repeti-lo mais duas vezes, na primeira por decisão própria do partido, na segunda por aprovação do legislativo. Qualquer cidadão lucano pode ser candidato a presidente desde que tenha mais de 35 anos e 10 de permanência no território lucano. O atual presidente da Lucânia é Paulo Cesar Firea(ADL), no cargo desde outubro de 2010, sucedendo a Maira Aguilar(PPL).

EconomiaEditar

A economia lucaniense é a terceira maior do mundo, sendo superado apenas pelos EUA e China, possui uma economia diversificada. Possui um PIB total de US$ 6 537 664 797 531 trilhões e US$ 40 543 em PIB per capita. Tem um mercado livre e exportador.

A economia lucaniense sempre foi uma das mais fortes do mundo, mas vive apresentando um crescimento constante e deve ser a segunda maior economia mundial em 2050.


InfraestruturaEditar

CulturaEditar

A cultura lucana é derivada de várias culturas principalmente das culturas portuguesa e inglesa. Entre outras influências portuguesas encontram-se o idioma potuguês, o catoliscismo romano e estilos arquitetonicos. A cultura, contudo, foi também fortemente influenciada por tradições e culturas africanas, indígenas e europeias não-portuguesas. Alguns aspectos da cultura lucana foram influenciadas pelas contribuições dos italianos, alemães e outros imigrantes europeus, além dos chineses que chegaram em grande número.

LiteraturaEditar

CulináriaEditar

EsporteEditar

O futebol é o esporte mais popular na Lucânia, a Seleção Lucana de Futebol é vencedora de quatro Copas do Mundo FIFA; 1950, 1978, 1998 e 2010, além de duas medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos em 1980 na URSS e em 2008 na China. O basquete, o rúgby e o vôlei dividem a segunda opção, tendo o país sucesso nessas modalidades também. A natação e o MMA são esportes que vem crescendo em popularidade.

Dados do paísEditar

Nome: República Federal de Lucânia

Capital: Cidade da Lucânia

Cidade mais populosa: Cidade da Lucânia(22.432.344 habitantes)

Lingua Oficial: Português

Área: 7 741 920 Km2

População total: 1 183 914 956

PIB(nominal): US$ 4 137 132

PIB per capita: US$ 44 454