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Roberto Lyra foi um jurista e político portoclarense, membro da Primeira Geração.

Antes de André Pfeiffer e Ramon Llatzer singelamente desconfiarem da existência de PC, o reino já possuía um juiz, pesquisador das leis e ministro da justiça durante quase toda a Primeira Geração. Porém um homem que nunca foi reconhecido por seu trabalho, merecidamente. Todo seu trabalho pode ser resumido em uma palavra: nada.

Roberto Lyra foi, de setembro a novembro de 1992, a personificação da patavina em Porto Claro, sendo uma das pessoas que mais fez coisa alguma em toda a nossa história. Seu maior ato se resume numa participação especial no Golpe de Porto Claro. Perdão, foi ele quem inaugurou a casa de execução de PC, mandando para a cadeira elétrica Sílvio Mariz, o homem que inaugurou também o cemitério, mandando para lá Leonardo Botelho, mas logo fazendo-lhe companhia.

Lyra hoje deve ser lembrado como um exemplo clássico de cidadão inativo, inoperante e inútil. Apesar disso, o Fórum nacional da Capital leva seu nome. Nem empresa, coisa que praticamente todo mundo tinha em 1992, ele fundou. Preferiu ficar longe do País, mas dedicando toda sua ausência para a Pátria.

No dia em que todos os cidadãos forem iguais a Roberto Lyra, o juiz, seguindo seus passos, seus exemplos, seu legado de bulhufas históricas, então nesse dia certamente Porto Claro será um vácuo.

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